CONSCIENTIZAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL DA ATIVIDADE “SHARK FINNING”, POR INTERMÉDIO DE FERRAMENTAS DIDÁTICAS VISUAIS
Palavras-chave:
Carne de cação, Conservação marinha, Divulgação científica, Mídias digitais, Vídeos curtosResumo
Práticas comerciais insustentáveis são comumente realizadas. Dentre elas, destaca-se o problemático consumo da sopa de barbatana de tubarão, considerada iguaria em alguns países asiáticos. Neste preparo somente as nadadeiras são aproveitadas, o que corresponde a 5% do peso total do peixe. O “shark finning” consiste na retirada ilegal das nadadeiras dorsal e peitorais do tubarão seguida do descarte do restante do corpo. Ao ser devolvido vivo ao mar, o peixe não consegue nadar e afunda, morrendo por asfixia ou sendo predado. Entre as espécies da costa brasileira mais afetadas destacam-se o tubarão-azul (Prionace glauca) e o tubarão-martelo (Sphyrna lewini). Mais de 73 milhões de tubarões são mortos anualmente devido à prática, ocasionando desequilíbrio na vida marinha, já que os tubarões ocupam o topo da cadeia alimentar, assegurando estabilidade e saúde aos oceanos. O objetivo deste trabalho é apresentar o vídeo “kikiki evolutivo”, postado no Instagram do programa “Evolução Para Todos”, como estratégia de divulgação científica visando a conservação ambiental. As métricas do Instagram foram utilizadas como indicadores de alcance. Em homenagem ao dia do pescador, buscou-se sensibilizar a sociedade sobre essa prática e suas consequências, promovendo conscientização ambiental, em uma abordagem acessível e atual. O vídeo mostrou-se atrativo, despertando curiosidade, interesse pelo tema e possibilitando aproximação entre ciência e sociedade. Houve mais de 1.000 visualizações, 20% delas de não-seguidores, e mais de três horas acumuladas de tempo assistido. A experiência evidencia o potencial das mídias sociais como ferramentas de educação científica, contribuindo para debates sobre conservação marinha e sustentabilidade.
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