OS IMPACTOS SOCIOECONÔMICOS DO ENCARCERAMENTO DE JUVENTUDE NEGRA NO BRASIL

Autores

  • Luziêt Maria Fontenele-Gomes Southwest Bahia State University image/svg+xml
  • Antonio Leandro Fagundes Sarno Southwest Bahia State University image/svg+xml

Palavras-chave:

Encarceramento em Massa, População Carcerária Negra, Juventude, Impactos Socioeconômicos

Resumo

A população carcerária no Brasil evidencia um perfil étnico-racial que vem sendo implementado por uma política penal. O encarceramento em massa de jovens negros reflete as trajetórias sociais produzidas em espaços de vulnerabilidade social e econômica. É o resultado de um processo histórico que recai, especialmente, sobre a trajetória desses jovens, evidenciado por números cada vez mais alarmantes. A seletividade penal posta pelo Estado brasileiro, fundamentada, em geral, em uma discriminação sociorracial, vem gerando impactos socioeconômicos sobre a população negra, especialmente nos jovens. Assim, o objetivo deste trabalho é discutir alguns impactos socioeconômicos do encarceramento em massa da juventude negra, impostos pela política do Estado brasileiro na perseguição aos corpos negros.

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Biografia do Autor

Luziêt Maria Fontenele-Gomes, Southwest Bahia State University

Doutora em Memória: Linguagem e Sociedade pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), campus Vitória da Conquista, Bahia. Professora da UESB. Orcid: https://orcid.org/0000-0001-9044-6257

Antonio Leandro Fagundes Sarno, Southwest Bahia State University

Especialista em Gestão Pública Municipal pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Advogado. Orcid: https://orcid.org/0000-0003-4428-3455

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Publicado

2025-12-15

Como Citar

FONTENELE-GOMES, Luziêt Maria; SARNO, Antonio Leandro Fagundes. OS IMPACTOS SOCIOECONÔMICOS DO ENCARCERAMENTO DE JUVENTUDE NEGRA NO BRASIL. Encontro Baiano de Pesquisadores do NEPP (EBANEPP), [S. l.], v. 2, p. 83–86, 2025. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/ebanepp/article/view/6659. Acesso em: 24 jun. 2026.

Edição

Seção

Prisões, Privatização e Saúde Pública