PARA A PREVENÇÃO DE VIOLÊNCIAS NA ESCOLA, A PRESENÇA DE INDIVÍDUOS OPRIMIDOS INTERSECCIONALMENTE: Uma Perspectiva para Discussões de Respeito na Escola a partir do Filme Close (2022)
Palavras-chave:
Masculinidades, Negritude, Violência de Gênero, Políticas Educacionais, InterseccionalidadeResumo
O presente trabalho interliga as discussões sobre masculinidades, negritude e violência de gênero no contexto escolar à articulação de políticas educacionais em função da realidade de grupos identitários na perspectiva do reconhecimento de Hegel e identidades como política de D’Emilio. Tal análise é desencadeada a partir da apresentação do filme “Close” (2022), pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Prisões, Violência e Direitos Humanos da UESB (NEPP), em julho de 2024, se utilizando das categorias de interseccionalidade de Kimberle Crenshaw, por nós acessadas por meio da visão da Megg Rayara Oliveira Gomes, e o dispositivo de sexualidade de Foucault, direcionado a compreender as dinâmicas problematizadas no filme sob uma perspectiva racial e condizente com a realidade brasileira, considerando também o contexto nacional no que se refere à compreensão da escola enquanto instituição social, concluindo na análise de uma necessidade da presença efetiva de grupos identitários na política brasileira, em especial a educacional.