LEI DO FEMINICÍDIO: DE QUALIFICADORA A CRIME: Avanço na Proteção das Mulheres ou Reflexo do Maximalismo Penal?

Autores

  • Maria Eduarda Rocha Viana Southwest Bahia State University image/svg+xml
  • Marianna Loany Silva de Oliveira Santos Southwest Bahia State University image/svg+xml

Palavras-chave:

Crime, Feminicídio, Mulheres, Violência de Gênero

Resumo

O presente trabalho busca tratar da inovação legislativa acerca da Lei do Feminicídio (Lei nº 14.994/2024), da sua eficácia e dos possíveis benefícios à sociedade. Além disso, possui o objetivo de indagar se tal medida não é apenas mais uma alteração que visa lutar contra o indivíduo ao invés de lutar contra o crime. Foi realizada uma análise quantitativa e qualitativa de dados, por meio de pesquisas bibliográficas e digitais referentes ao tema discutido. Dessa forma, evidencia-se a relevância da lei, no que tange ao seu simbolismo de proteção do público feminino, em detrimento da violência de gênero. Tem o intuito de promover melhores dados sobre esse tipo de delito e efetivar políticas públicas mais precisas. Entretanto, suas consequências para o ordenamento jurídico são ínfimas, uma vez que não altera a essência da violação, mas apenas os reflexos para a vida do agente.

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Biografia do Autor

Maria Eduarda Rocha Viana, Southwest Bahia State University

Graduanda em Direito pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), campus Vitória da Conquista, Bahia.

Marianna Loany Silva de Oliveira Santos, Southwest Bahia State University

Graduanda em Direito pela Universidade do Sudoeste da Bahia (UESB), campus Vitória da Conquista, Bahia.

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Publicado

2025-12-15

Como Citar

VIANA, Maria Eduarda Rocha; SANTOS, Marianna Loany Silva de Oliveira. LEI DO FEMINICÍDIO: DE QUALIFICADORA A CRIME: Avanço na Proteção das Mulheres ou Reflexo do Maximalismo Penal?. Encontro Baiano de Pesquisadores do NEPP (EBANEPP), [S. l.], v. 2, p. 132–137, 2025. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/ebanepp/article/view/6672. Acesso em: 24 jun. 2026.

Edição

Seção

Interseccionalidade, Violência de Gênero e Sexualidade