COMUNICAÇÃO NÃO-VIOLENTA COMO PRÁTICA RESTAURATIVA NA ESCOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

Autores

  • Ederlan Antonio de Jesus Polícia Militar da Bahia https://orcid.org/0009-0009-1925-3810
  • Cristiano Araújo Dias Instituto Federal da Bahia
  • Sara de Jesus Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Campus de Jequié.
  • Janine Soares de Matos Ferraz Universidade Federal da Bahia
  • Romilda Silva Guedes Tribunal de Justiça da Bahia
  • Vanda Palmarella Rodrigues Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Campus de Jequié.

Palavras-chave:

Comunicação, Ensino, Prevenção

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Biografia do Autor

Ederlan Antonio de Jesus, Polícia Militar da Bahia

Mestre em Segurança Púbica, Justiça e Cidadania pela Universidade Federal da Bahia, Membro do Grupo de Pesquisa Violência, Saúde e Cultura de Paz da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Campus de Jequié. Aluno Especial do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) da UESB.

Cristiano Araújo Dias, Instituto Federal da Bahia

Docente do Curso de Graduação no Instituto Federal da Bahia (IFBA)

Sara de Jesus Santos, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Campus de Jequié.

Enfermeira. Mestranda em Ciências da Saúde pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde (PPGES) da UESB.  Membro do Grupo de Pesquisa Violência, Saúde e Cultura de Paz da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Campus de Jequié.

Janine Soares de Matos Ferraz, Universidade Federal da Bahia

Juíza de Direito. Mestre em Segurança Púbica, Justiça e Cidadania pela Universidade Federal da Bahia

Romilda Silva Guedes, Tribunal de Justiça da Bahia

Servidora Pública do Tribunal de Justiça da Bahia. Bacharel em Direito.

Vanda Palmarella Rodrigues, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Campus de Jequié.

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da UESB e do PPGES. Líder do Grupo de Pesquisa Violência, Saúde e Cultura de Paz (GPVIO). 

Referências

BEORDO, Matheus; SILVA, Priscila Chantal Duarte. A justiça restaurativa e a comunicação não violenta como estratégia na cultura organizacional no sistema judiciário: uma revisão narrativa da literatura. Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v. 17, n. 9, p. e11037, set. 2024. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs/article/view/11037. Acesso em: 14 out. 2024.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília, MEC/CONSED/UNDIME, 2017.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. 3. ed. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2010.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

NUNES, Antônio Carlos Ozório. Diálogos e mediação de conflitos nas escolas: Guia prático para educadores. Brasília: CNMP, 2014.

ROSENBERG, Marshall B. Comunicação não-violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. Tradução de Mário Vilela. 2. ed. São Paulo: Ágora, 2006.

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Publicado

2024-12-03

Como Citar

DE JESUS, Ederlan Antonio; DIAS, Cristiano Araújo; SANTOS, Sara de Jesus; FERRAZ, Janine Soares de Matos; GUEDES, Romilda Silva; RODRIGUES, Vanda Palmarella. COMUNICAÇÃO NÃO-VIOLENTA COMO PRÁTICA RESTAURATIVA NA ESCOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA. Encontro sobre violência intrafamiliar, [S. l.], v. 9, p. 17–20, 2024. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/evintra/article/view/1649. Acesso em: 23 maio. 2026.

Edição

Seção

Eixo Temático 1: A saúde coletiva no enfrentamento da violência