BRINQUEDOS PARA SUBLIMAR: AÇÕES PEDAGÓGICAS COM O USO DE BRINQUEDOS NO CONTEXTO DO ATENDIMENTO PEDAGÓGICO HOSPITALAR (APH)

Autores

Resumo

No contexto do trabalho realizado no APH, cada escolha de recurso – brinquedos, no caso - tem que ser bem pensada, porque, o brinquedo não só distraí, diverte, mas, humaniza o ambiente, reduzindo a ansiedade e o sofrimento da criança internada, promovendo a comunicação e a expressão de seus sentimentos. Na classe hospitalar, o uso do brinquedo estimula o desenvolvimento cognitivo e social, auxilia no entendimento e aceitação do tratamento, além de amenizar a rotina do hospital, facilitando a readaptação à vida após a internação. Nesse artigo, discute-se a importância do uso do método brinquedo terapêutico, no contexto do trabalho realizado no APH do “Castelinho” (HGPV), uma iniciativa que tem o objetivo de distensionar, aliviar o stress, mas, sobretudo, escolarizar ludicamente as crianças que vivenciam a internação. Os resultados do uso de brinquedos da APH são expressos através de uma facilidade maior da criança expressar-se, compreendendo melhor seu tratamento, e seus vínculos com a equipe de saúde e familiares, do que se conclui que o uso de brinquedos, corrobora centralmente para a sublimação de parte dessa experiência que pode ser tão traumática para as crianças.

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Biografia do Autor

Tânia Regina Braga Torreão Sá, Southwest Bahia State University

É Pós-Doutora em Geografia pela Universidade Federal de Sergipe (PPGEO/UFS). É Doutora em Memória: Linguagem e Sociedade pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (PPGMLS/UESB, 2016). É Mestra em Geografia pela Universidade Federal da Bahia (MESGEO/UFBA, 2001). É graduada em Geografia pela Universidade Federal da Bahia (IGEO, 1996). É Professora Titular "B" da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Lidera o Grupo de Pesquisa Estudos Sobre Memória, Educação, Trabalho e Educação (GPTEEM/CNPq). É a responsável técnica pela iniciativa de implantação do serviço de atendimento pedagógico hospitalar (APH) do Castelinho, Hospital Geral Prado Valadares (HGPV): classe hospitalar de curta e de longa duração. Atualmente, trabalha como Responsável Técnica pelo serviço de Atendimento Pedagógico Hospitalar (APH) do "Castelinho", anexo de atendimento pediátrico do Hospital Geral Prado Valadares (HGPV). Orienta pesquisas de graduação e pós-graduação no tema da educação não formal e especialmente, na pedagogia hospitalar.

Referências

BENJAMIN, Walter. Reflexão sobre a criança, o brinquedo e a educação. 2a ed., São Paulo: Editora 34, 2009.

BUCKINGHAM, D. Crescer na era das mídias eletrônicas. São Paulo: Edições Loyola, 2007.

LIMA, Laura Waldomiro; SARTORI, Cássia Maria Tasca Duarte. O novo brincar e os jogos eletrônicos: impactos positivos e negativos. CADERNOS DE PSICOLOGIA, Juiz de Fora, v. 2, n. 4, p. 482- 508, jul./dez. 2020 – ISSN 2674-9483

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Publicado

2025-12-31

Como Citar

SÁ, Tânia Regina Braga Torreão; SANTOS, Ailla Costa; SANTOS, Laura Costa; QUINTO, Ludimila Andrade; SANTOS, Mariana Cândida; ALMEIDA, Stéfani da Silva. BRINQUEDOS PARA SUBLIMAR: AÇÕES PEDAGÓGICAS COM O USO DE BRINQUEDOS NO CONTEXTO DO ATENDIMENTO PEDAGÓGICO HOSPITALAR (APH). Mostra de Extensão, [S. l.], v. 1, p. 143–147, 2025. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/mextensao/article/view/5985. Acesso em: 7 jun. 2026.