Uma visão afrodiaspórica: o encantamento da contação de histórias para o encantamento das aprendizagens em direitos humanos

Autores

Palavras-chave:

Contação de histórias, Direitos Humanos, Afrodiaspórica

Resumo

Este trabalho propõe fomentar o encantamento da contação de histórias para a aprendizagem de Direitos Humanos, focando em uma visão afrodiaspórica, contrapondo-se à eurocêntrica que ainda é muito utilizada na unidade escolar. Partimos da premissa de que não existe a educação integral quando não se abordam temas relevantes aos estudantes, considerando que muitos destes são negros (pretos e pardos), moram na periferia e que não sabem sobre o que é ser de fato um sujeito de direito. Eles devem ser tratados como lutadores, protagonistas e escritores da própria vida. Trazer biografia de pessoas pretas que resistiram e lutaram por Direitos Humanos básicos é uma das formas de conectá-los e fazê-los refletir sobre a própria realidade, onde contrariando todas as estatísticas, podem também fazer sua própria voz ecoar. Mandela ao declarar que a luta seria a sua vida, inspirou muitos, no mundo todo, a lutar por seus iguais, objetivos e sonhos, por isso foi escolhido para inspirar os estudantes. O objetivo geral dessa pesquisa, realizada com adolescentes da faixa etária de 13 a 15 anos, é mostrar que ideais como os de Madiba são atuais e necessários para que atuem como sujeitos no mundo, seja na periferia ou fora dela.

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Publicado

2024-11-28

Como Citar

SOUZA, Elizabete Teixeira de. Uma visão afrodiaspórica: o encantamento da contação de histórias para o encantamento das aprendizagens em direitos humanos. Semana de Educação da Pertença Afro-Brasileira, [S. l.], v. 2, p. 187–195, 2024. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/sepab/article/view/1301. Acesso em: 3 jul. 2026.