Relações de gênero e ancestralidade: o papel das mulheres na preservação da cultura negra em Maracás-BA

Autores

Palavras-chave:

Preservação Cultural; Maracás-Ba; Ancestralidade Feminina, Preservação cultural, Maracás, Ancestralidade feminina

Resumo

Este estudo investiga o papel das mulheres negras na preservação da cultura ancestral em Maracás-BA, destacando sua importância no feminismo negro e sua contribuição para a equidade e justiça social. Utilizando uma metodologia qualitativa baseada em revisão crítica da literatura, a pesquisa analisa trajetórias de figuras como Maria Nagô, Maria Bernardina, Eroltildes e Ana Luiza, que atuam como guardiãs de saberes tradicionais, realizando práticas comunitárias que fortalecem a identidade e a resistência cultural local. Os resultados revelam que essas mulheres não são meras receptoras, mas produtoras ativas de cultura, engajando-se em redes de cuidado e promovendo o empoderamento comunitário. A relevância do estudo se dá ao evidenciar a ancestralidade feminina como um processo dinâmico e vital, desafiando narrativas hegemônicas e oferecendo novas perspectivas para a resistência cultural no contexto brasileiro contemporâneo.

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Biografia do Autor

Cristiane dias da Silva Froes

Mestranda do Programa de Pós-graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade (PPGREC/ODEERE). Possui graduação em Pedagogia pela Faculdade Regional de Filosofia, Ciências e Letras de Candeias (2019). Atualmente é professora da Rede municipal de Ensino de Maracás-BA. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação. Cursando a Licenciatura em História pela Instituição FUTURA. Pós-graduada em Alfabetização e Letramento, Educação Especial e Psicopedagogia Clínica e Institucional. Curso de capacitação em HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E SUA RESPONSABILIDADE SOCIAL, pelo Instituto Nacional de Ensino.

Ana Angélica Leal Barbosa

Graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Bahia (1980), mestre em Ciências - área de concentração em Genética (1984) pela Universidade Federal do Paraná e concluiu o Doutorado em Ciências Biológicas - área de concentração em Genética (UFPR-2003). Professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia desde 1982, sendo atualmente professora Pleno do Departamento de Ciências Biológicas no Campus de Jequié. Professora do quadro permanente do Programa Stricto Sensu em Relações Étnicas e Contemporaneidade.Tem experiência de graduação na área de Ensino de Biologia como responsável pelas disciplinas: Prática do Ensino de Biologia, Instrumentação para o Ensino de Biologia, Prática do Ensino de Ciências do primeiro e segundo graus (1986 a 1995), na área de Genética responsável pelas disciplinas Genética Humana, Citogenética Humana e Evolução Humana, desenvolvendo atividades de pesquisa os seguintes temas: comunidades afro-descendentes do Estado da Bahia; aspectos demográficos e genéticos, comunidades indígenas da Bahia: diversidade genética com o uso de marcadores moleculares. Atualmente coordena o curso de extensão: Educação Quilombola do ODEERE/ UESB. Atuou como coordenadora do Sub-Projeto: Microrrede Ensino ? Aprendizagem ? Formação: um diálogo com os saberes e experimentos da área das Ciências Biológicas (PIBID/UESB), financiado pela CAPES (EDITAL 02/2009), durante o período de janeiro de 2010 a maio de 2016.

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Publicado

2026-07-23

Como Citar

SANTOS, Joselúcia Lisboa dos; FROES, Cristiane Dias da Silva; BARBOSA, Ana Angélica Leal. Relações de gênero e ancestralidade: o papel das mulheres na preservação da cultura negra em Maracás-BA. Semana de Educação da Pertença Afro-Brasileira, [S. l.], v. 3, p. 349–357, 2026. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/sepab/article/view/5911. Acesso em: 26 jul. 2026.

Edição

Seção

Trabalhos completos - GT 02 – Etnia, Gênero e Diversidade Sexual