Quadrilha do Cuscuz e Rua do Cuscuz: estudo da lei que o tornou patrimônio cultural e imaterial do município de Maracás

Autores

Palavras-chave:

Patrimônio, Cultura, Identidade

Resumo

O estudo investiga a importância da Quadrilha do Cuscuz e da Rua do Cuscuz como símbolos culturais da Comunidade Quilombola de Maracás, Bahia. A pesquisa, de natureza documental, analisa legislações, crônicas e registros fotográficos para compreender o impacto do reconhecimento oficial dessas manifestações na identidade local e na valorização da cultura. Os resultados demonstram que a aprovação das leis nº 703 e 714, de autoria do vereador e marcador da quadrilha do Cuscuz, Alex Gomes de Oliveira, é um marco significativo para a coesão social, a preservação das tradições e o fomento ao turismo cultural. O reconhecimento promove um espaço de convivência cultural, resgatando a memória coletiva e fortalecendo o sentimento de pertencimento da comunidade maracaense, essencial para a valorização da diversidade cultural brasileira.

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Biografia do Autor

Cristiane Dias da Silva, Southwest Bahia State University

Mestranda do Programa de Pós-graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade (PPGREC/ODEERE). Possui graduação em Pedagogia pela Faculdade Regional de Filosofia, Ciências e Letras de Candeias (2019). Atualmente é professora da Rede municipal de Ensino de Maracás-BA. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação. Cursando a Licenciatura em História pela Instituição FUTURA. Pós-graduada em Alfabetização e Letramento, Educação Especial e Psicopedagogia Clínica e Institucional. Curso de capacitação em HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E SUA RESPONSABILIDADE SOCIAL, pelo Instituto Nacional de Ensino.

Ana Angélica Leal Barbosa, Southwest Bahia State University

Graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Bahia (1980), mestre em Ciências - área de concentração em Genética (1984) pela Universidade Federal do Paraná e concluiu o Doutorado em Ciências Biológicas - área de concentração em Genética (UFPR-2003). Professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia desde 1982, sendo atualmente professora Pleno do Departamento de Ciências Biológicas no Campus de Jequié. Professora do quadro permanente do Programa Stricto Sensu em Relações Étnicas e Contemporaneidade.Tem experiência de graduação na área de Ensino de Biologia como responsável pelas disciplinas: Prática do Ensino de Biologia, Instrumentação para o Ensino de Biologia, Prática do Ensino de Ciências do primeiro e segundo graus (1986 a 1995), na área de Genética responsável pelas disciplinas Genética Humana, Citogenética Humana e Evolução Humana, desenvolvendo atividades de pesquisa os seguintes temas: comunidades afro-descendentes do Estado da Bahia; aspectos demográficos e genéticos, comunidades indígenas da Bahia: diversidade genética com o uso de marcadores moleculares. Atualmente coordena o curso de extensão: Educação Quilombola do ODEERE/ UESB. Atuou como coordenadora do Sub-Projeto: Microrrede Ensino ? Aprendizagem ? Formação: um diálogo com os saberes e experimentos da área das Ciências Biológicas (PIBID/UESB), financiado pela CAPES (EDITAL 02/2009), durante o período de janeiro de 2010 a maio de 2016.

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Publicado

2026-07-23

Como Citar

OLIVEIRA, Alex Gomes de; FROES, Cristiane Dias da Silva; BARBOSA, Ana Angélica Leal. Quadrilha do Cuscuz e Rua do Cuscuz: estudo da lei que o tornou patrimônio cultural e imaterial do município de Maracás. Semana de Educação da Pertença Afro-Brasileira, [S. l.], v. 3, p. 68–76, 2026. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/sepab/article/view/5919. Acesso em: 26 jul. 2026.

Edição

Seção

Trabalhos completos - GT 01 - Etnicidade, Memória e Educação