A REALIDADE DO AEE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA EM UM TRABALHO COLABORATIVO COM O ENSINO REGULAR: Entre a teoria e a prática: a integração do AEE ao ensino regular.
Palavras-chave:
Atendimento Educacional Especializado (AEE), Educação Especial, InclusãoResumo
O presente estudo tem como objetivo analisar a função do Atendimento Educacional Especializado (AEE) no processo de inclusão de estudantes que possuem de necessidades especiais e/ou transtornos globais do desenvolvimento (TGD) e sua integração ao ensino regular. A investigação discute políticas públicas e legislações que fundamentam a Educação Especial, destacando o papel do professor do AEE e sua parceria com o docente da sala comum. A deficiência e os transtornos do neurodesenvolvimento, acarretam limitações cognitivas, sociais e adaptativas que interferem na autonomia e no aprendizado, exigindo estratégias diferenciadas e recursos pedagógicos que reduzam barreiras educacionais. Nesse contexto, o AEE se apresenta como recurso essencial, pois elabora planos individualizados e disponibiliza metodologias que favorecem a aprendizagem. Historicamente, a Educação Especial no Brasil foi marcada por práticas segregacionistas e de caráter assistencialista, mas a partir da Constituição de 1988 e da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, observa-se um movimento em direção à escolarização no ensino regular. A pesquisa evidencia que a formação inicial e continuada dos professores, prevista na Resolução n.º 4/2009 e no Decreto n.º 7.611/2011, é fundamental para a consolidação de práticas inclusivas. Conclui-se que a inclusão efetiva requer não apenas recursos, mas também um trabalho colaborativo entre professores e demais profissionais da educação, capaz de superar desafios pedagógicos e possibilitar o desenvolvimento pleno dos estudantes, fortalecendo a construção de uma escola verdadeiramente inclusiva.
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Referências
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