EDUCAÇÃO RESTAURATIVA: reflexões dos seus pressupostos para o estabelecimento de uma gestão educacional emancipadora, inclusiva e humana

Autores

Palavras-chave:

Direitos Humanos, Educação Restaurativa, Gestão Educacional

Resumo

Por meio deste artigo refletimos sobre os pressupostos da Educação Restaurativa como bússola para se pensar as políticas públicas com vistas ao estabelecimento de uma gestão educacional emancipadora, inclusiva e humana. Optamos para a consecução desse objetivo por uma pesquisa do tipo qualitativa, viés fenomenológico, tendo como fonte a tese intitulada “Educação Básica e Justiça Restaurativa: referências para a estruturação das bases da Educação Restaurativa” sob nossa autoria. Subsidiaram também esta investigação autores que pesquisam as políticas públicas, os direitos humanos e a educação tais como: Apple (1986), Arendt (2018), Boneti (2007, 2012), Enguita (1989), Freire (2019), Giroux (1986), Kant (2019) e Panikkar (2004). Os dados indicam que uma gestão educacional para ser emancipadora, inclusiva e humana não pode prescindir de ações que pensam os sujeitos, os direitos humanos e as políticas públicas de forma holística e principiológica por isso as categorias representativas da Educação Restaurativa orientam o seu estabelecimento.

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Biografia do Autor

Fabiana Andrade Santos, Southwest Bahia State University

Possui Doutorado em Educação pela Universidade do Estado da Bahia, Graduação em Letras pela UESB e em Direito pela Faculdade Santo Agostinho. Professora - classe Adjunto - da UESB, desenvolve pesquisas em Educação e Direitos Humanos.

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Publicado

2024-12-20

Como Citar

SANTOS, Fabiana Andrade. EDUCAÇÃO RESTAURATIVA: reflexões dos seus pressupostos para o estabelecimento de uma gestão educacional emancipadora, inclusiva e humana. Seminário Nacional e Seminário Internacional Políticas Públicas, Gestão e Práxis Educacional, [S. l.], v. 1, p. 232–245, 2024. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/semgepraxis/article/view/1643. Acesso em: 15 jun. 2026.