LINGUAGEM E DOENÇA DE ALZHEIMER: limitações e possibilidades

Autores

Palavras-chave:

Linguagem, Doença de Alzheimer, Memória

Resumo

Neste trabalho, apresentamos a complexa relação entre memória e linguagem no
processo de envelhecimento, lançando mão de uma pesquisa qualitativa longitudinal,
amparada pelos pressupostos teórico-metodológicos da Neurolinguística Discursiva
(ND). Através dessa abordagem inovadora, que reconhece a linguagem e o cérebro
como entidades moldadas pela história, exploramos e analisamos as práticas
enunciativa-discursivas de um sujeito com Doença de Alzheimer (DA). Os resultados
desta investigação revelam o papel fundamental das formas de significação na
interação dialógica do sujeito idoso, haja vista que é por meio da linguagem que o
sujeito constrói e se constrói, tecendo narrativas que entrelaçam memórias,
experiências e vivências singulares. A linguagem se torna, assim, um instrumento de
autoconhecimento, identidade e conexão com o mundo ao redor.

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Biografia do Autor

Elisângela Andrade Moreira Cardoso, Southwest Bahia State University

Doutoranda em Linguística pela UESB. Mestra em Educação
(PPGEd/UESB) e em Docência Universitária pela UTN/AR.
Membra do GPEN (PPGLin/UESB/CNPq) e DIFORT
(PPGEd/UESB/CNPq).

Nirvana Ferraz Santos Sampaio, Southwest Bahia State University

Doutora em Linguística pela UNICAMP. Docente na
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia do DELL.
Pesquisadora do GPEL (UESB/CNPq) e Líder do GPEN
(PPGLin/UESB/CNPq).

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Publicado

2024-12-20

Como Citar

ELISÂNGELA ANDRADE MOREIRA CARDOSO; NIRVANA FERRAZ SANTOS SAMPAIO. LINGUAGEM E DOENÇA DE ALZHEIMER: limitações e possibilidades. Seminário Nacional e Seminário Internacional Políticas Públicas, Gestão e Práxis Educacional, [S. l.], v. 1, p. 2018–2031, 2024. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/semgepraxis/article/view/1877. Acesso em: 15 jun. 2026.