EDUCAÇÃO FÍSICA, ESCOLA E A DOCÊNCIA: fuxicando com as narrativas de um professor
Palavras-chave:
Docência, Educação Física, NarrativasResumo
O presente texto teve como proposta ouvir a narrativa de um professor de Educação Física, com
o intuito de perceber e problematizar como a presença de ex-professoras/es se constituem
enquanto um elemento formativo em suas perspectivas profissionais e de atuação na docência.
Metodologicamente, recorremos ao fuxico narrativo enquanto elemento de relacionamento com
as narrativas. Teoricamente, dialogamos com estudiosos do pensando decolonial e da Educação
Física brasileira, situados no campo crítico. Por fim, percebemos que através das narrativas
temos a possibilidade de escutar e assim, refletir sobre os percursos históricos da área de
Educação Física, além de repensar outros elementos que se colocam no campo formativo das/os
professoras/es, como as próprias experiências e as narrativas enquanto possibilidade
metodológica.
Downloads
Referências
BENJAMIN, Walter. Obras Escolhidas: Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo: Editora
Brasiliense, 2012.
CASTRO, Pedro Alves; TERRA, Dinah Vasconcellos. O fuxico narrativo: um modo de
(fa)ser pesquisa. Revista Cocar, [S. l.], v. 19, n. 37, 2023. Disponível em:
https://periodicos.uepa.br/index.php/cocar/article/view/7123 . Acesso em: 29 mar. 2024.
EVARISTO, Conceição. Becos da memória. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2018.
HISSA, Cássio Eduardo Viana. Entrenotas: compreensões de pesquisa- Belo Horizonte:
Editora UFMG, 2013.
KRENAK, Ailton. Futuro Ancestral. 1ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
MALDONADO-TORRES, Nelson. Análitica da colonialidade e da decolonialidade: algumas
dimensões. In: BERNADINO-COSTA, Joaze; MALDONADO-TORRES, Nelson;
GROSFOGUEL, Ramón (orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. 2.ed.; 1.
reimp- Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019. (Coleção Cultura Negra e Identidades).
MARTINS, Maria Leda. Performances do tempo Espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de
Janeiro-RJ: Cobogó, 2021.
MIGNOLO, Walter D. História locais/ projetos globais: colonialidade, saberes subalternos e
pensamento liminar. Tradução de Solange Ribeiro de Oliveira. 1 ed. ver. – Belo Horizonte:
editora UFMG, 2020.
Seminário Gepráxis, Vitória da Conquista – Bahia – Brasil, v. 9, n. 19, p. 2645 - 2656, maio, 2024.
PRADO, Guilherme Do Val Toledo; SOLIGO, Rosaura Angélica; SIMAS, Vanessa França.
Fontes de informações, Registros investigativos e Modos de produção de conhecimento: uma
compreensão da pesquisa narrativa articulada em três dimensões. Revista de Educacíon. Año
XIII, n. 25, p. 101-118, 2022. Disponível em:
https://fh.mdp.edu.ar/revistas/index.php/r_educ/article/view/5831. Acesso em: 03/03/2022.
RIBEIRO, Tiago; SOUZA, Rafael de; SAMPAIO, Carmen Sanches. É possível a conversa
como metodologia de pesquisa? In: RIBEIRO, Tiago; SOUZA, Rafael de; SAMPAIO,
Carmen Sanches (orgs.). Conversa como metodologia de pesquisa: porque não? - Rio de
Janeiro: Ayvu, 2018. (Coleção Ciência e pesquisa em questão).
SOARES, Carmen. et al. Metodologia do Ensino de Educação Física. 2. ed. rev. São Paulo:
Cortez, 2009.
WALSH, Catherine. Gritos, grietas y siembras de vida: entretejeres de lo pedagógico y lo
decolonial. In: WALSH, Catharine (org.). Pedagogías decoloniales: Prácticas insurgentes de
resistir, (re)exstir y (re)vivir. TOMO II. Ediciones Abya-Yala, 2017.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 Seminário Nacional e Seminário Internacional Políticas Públicas, Gestão e Práxis Educacional

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.