A EDUCAÇÃO DO CAMPO COMO UMA POLÍTICA PÚBLICA CONSTITUÍDA: conquistas e retrocessos
Palavras-chave:
Conquistas e Retrocesso, Educação do Campo, Política Pública para o CampoResumo
: O artigo intitulado A Educação do Campo como uma política pública constituída: conquistas
e retrocessos, tem o objetivo de apresentar como a Educação do Campo se constituiu enquanto política
pública e modalidade educacional no Brasil. Na oportunidade, trazemos reflexões sobre o processo de
fechamento das escolas no campo no município de Vitória da Conquista, assim como no estado da Bahia,
ressaltando que pesquisas apontam que justificativa para medida está na ideia de redução de despesas
para o Estado, questão essa a qual avaliamos com retrocesso na política para educação do campo. O
artigo fundamenta-se em uma análise bibliográfica, guiada pelos princípios do materialismo históricodialético (MHD), um método de interpretação da realidade social que se concentra nas contradições
entre capital e trabalho. Segundo Frigotto (2001, p. 77), esse método está ligado a uma visão abrangente
da realidade, do mundo e da vida como um todo: "Ele atua como um meio para entender, revelar e
explicar a estrutura, o desenvolvimento e a transformação dos fenômenos sociais". Portanto, podemos
entender que um estudo sob a perspectiva do MHD envolve um processo de compreensão do objeto de
estudo, visando construir uma síntese desse objeto, de início pela sua aparência, de modo que ele seja
revelado em sua totalidade, ou seja, em sua essência, conforme argumentado por Cheptulin (1982).Entre
os resultados da pesquisa verifica-se que a atual conjuntura aponta para a necessidade de maior
articulação da classe trabalhadora por meio do MS para construírem uma estratégia de enfrentamento
ao esfacelamento das políticas para os sujeitos do campo.
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