MICRORGANISMOS PROMOTORES DE CRESCIMENTO SOBRE OS PARÂMETROS PRODUTIVOS DO CAPIM MOMBAÇA
Palavras-chave:
Azospirillum brasilense, forrageiras tropicais, Megathyrsus maximus, Rizophagus intraradicesResumo
Microrganismos promotores de crescimento surgem como forma alternativa e sustentável ao uso de insumos químicos agrícolas incrementando na produtividade de plantas forrageiras. Sendo assim, objetivou-se avaliar a influência de inoculantes microbiológicos sobre características bromatológicas do Megathyrsus maximus cv. Mombaça. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, Itapetinga-BA durante o período de outubro e novembro de 2020. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, utilizando a cultivar Mombaça submetida a quatro tratamentos: controle (não inoculado), A. brasilense (inoculante comercial com estirpes de Azospirillum brasilense), R. intraradices (inoculante com Rizophagus intraradices) e Co-inoculação (inoculação combinada A. brasilense + R. intraradices), totalizando 16 unidades experimentais, composta cada parcela por um vaso plástico preenchido com 10 dm3 de solo. A inoculação foi realizada via semente em cada tratamento seguindo a recomendação do fabricante. Quinze dias após a emergência, foi feito o desbaste das plântulas mantendo apenas quatro por parcela experimental, tendo como requisito o vigor e homogeneidade. Aos 30 dias, foi feita a uniformização adotando uma altura de resíduo de 20cm do solo, e acompanhou-se a rebrota a cada três dias durante dois períodos de 28 dias. Ao final de cada período de avaliação, foi realizado o corte de 20cm de cada unidade experimental. O material foi colhido, identificado, pesado na matéria natural e levado a estufa de circulação de ar forçada a 65°C para a pré-secagem por 72 horas. Em seguida, foi moída a amostra para realização de análises químico-bromatológicas no qual foi determinado os teores de matéria seca (MS), matéria mineral (MM), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA). Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. As variáveis MS, FDN e FDA foram equivalentes (p>0,05) entre os tratamentos testados. Para as variáveis MM e PB, os tratamentos à base de A. brasilense proporcionaram maiores incrementos seguido do tratamento com co-inoculação, resultando em 8,22% e 6,51%, respectivamente. A utilização da bactéria A. brasilense proporcionou resultados superiores ao controle e R. intraradices mostrando que seu uso é um potencial para melhorias de características bromatológicas de plantas forrageiras.
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