A INQUISIÇÃO PORTUGUESA NA BAHIA E O ENSINO DE HISTÓRIA: REPRESENTAÇÕES NOS LIVROS DIDÁTICOS DO 7º ANO E POSSIBILIDADES DE PESQUISA

Autores

  • Hugo Ferreira de Jesus Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Grayce Mayre Bonfim Souza

Palavras-chave:

Bahia Colonial, Inquisição Portuguesa, Livros didáticos, Possibilidades de pesquisa, Sala de aula

Resumo

A história das Inquisições, muitas vezes associada a mitos medievais como as “queimas de bruxas”, também teve atuação no Brasil colonial, especialmente na Bahia, funcionando como instrumento de controle social, cultural e religioso. Este trabalho analisa como a Inquisição Portuguesa tem sido abordada em livros didáticos de 7º ano selecionados pelo PNLD 2024, especificamente História.doc (Saraiva), Jovem Sapiens (Scipione) e Viver História (Moderna). O objetivo é investigar a representação do tema nesses materiais e discutir suas possibilidades pedagógicas, partindo da hipótese de que, embora pouco explorada, a Inquisição pode ser usada em sala de aula para desenvolver empatia histórica e estimular a reflexão crítica sobre intolerância religiosa, racismo, sexualidade e outras problemáticas atuais, estabelecendo conexões entre passado e presente. 

Agência de fomento: UESB

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Biografia do Autor

Grayce Mayre Bonfim Souza

Professora do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em Ensino de História da Universidade Estadual do Sudoeste  da  Bahia. Doutora  em História  pela Universidade  Federal  da  Bahia. Pós-doutora pela  Universidade  de  Évora. Coordenadora  do Laboratório de Estudos, Documentação Inquisitorial e Sociedade de Antigo Regime (LEDISAR).

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Publicado

2026-02-26

Como Citar

FERREIRA DE JESUS, Hugo; BONFIM SOUZA, Grayce Mayre. A INQUISIÇÃO PORTUGUESA NA BAHIA E O ENSINO DE HISTÓRIA: REPRESENTAÇÕES NOS LIVROS DIDÁTICOS DO 7º ANO E POSSIBILIDADES DE PESQUISA. Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, [S. l.], v. 4, p. 1–7, 2026. Disponível em: https://anais2.uesb.br/index.php/semicit/article/view/5387. Acesso em: 23 jun. 2026.