A INQUISIÇÃO PORTUGUESA NA BAHIA E O ENSINO DE HISTÓRIA: REPRESENTAÇÕES NOS LIVROS DIDÁTICOS DO 7º ANO E POSSIBILIDADES DE PESQUISA
Palavras-chave:
Bahia Colonial, Inquisição Portuguesa, Livros didáticos, Possibilidades de pesquisa, Sala de aulaResumo
A história das Inquisições, muitas vezes associada a mitos medievais como as “queimas de bruxas”, também teve atuação no Brasil colonial, especialmente na Bahia, funcionando como instrumento de controle social, cultural e religioso. Este trabalho analisa como a Inquisição Portuguesa tem sido abordada em livros didáticos de 7º ano selecionados pelo PNLD 2024, especificamente História.doc (Saraiva), Jovem Sapiens (Scipione) e Viver História (Moderna). O objetivo é investigar a representação do tema nesses materiais e discutir suas possibilidades pedagógicas, partindo da hipótese de que, embora pouco explorada, a Inquisição pode ser usada em sala de aula para desenvolver empatia histórica e estimular a reflexão crítica sobre intolerância religiosa, racismo, sexualidade e outras problemáticas atuais, estabelecendo conexões entre passado e presente.
Agência de fomento: UESB
Downloads
Referências
ABREU, Capistrano (ed.). Primeira Visitação do Santo Ofício às partes do Brasil pelo licenciado Heitor Furtado de Mendonça. Confissões da Bahia, 1591-1592. São Paulo: Paulo Prado, 1922;
ARQUIVO Nacional da Torre do Tombo (Portugal). Livro 1 de Confissões da Primeira Visitação ao Brasil – Inquisição de Lisboa. Lisboa: Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 1591.
BITTENCOURT, Circe. Ensino de história: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2008.
DIAS, Adriana Machado; GRINBERG, Keila; PELLEGRINI, Marco César. Jovem Sapiens História [livro eletrônico]: 7º ano. 1. ed. São Paulo: Scipione, 2022. HTML. Suplementado pelo manual do professor. ISBN 978-65-5763-276-5.
FERNANDES, Luiz Estevam de Oliveira; VIEIRA, Felipe de Paula Góis; BACKX, Isabela; ABREU, Marcelo; KARNAL, Leandro. Viver História: Com Leandro Karnal [Livro Eletrônico]: 7º ano. 1. ed. São Paulo: Moderna, 2022. HTML Suplementado pelo manual do professor. ISBN 978-85-16-13504-1. Digital.
MOTT, Luiz. Primeira Visitação do Santo Ofício à Bahia: 1591. In: ______. Bahia: Inquisição e sociedade. Salvador: EDUFBA, 2010. p. 15-48.
NOVINSKY, Anita. A Inquisição. São Paulo: Brasiliense, 1998.
OLIVEIRA, Tainá Guanini de. História Pública, Livro Didático e a temática da Inquisição Ibero-luso-brasileira no Ensino de História. Dissertação (Mestrado em História Pública) – Universidade Estadual do Paraná, Campo Mourão, 2024.
VAINFAS, Ronaldo. Confissões da Bahia: Santo Ofício das Inquisições de Lisboa. São Paulo: Cia. das Letras, 1997.
VAINFAS, Ronaldo; FARIA, Sheila de Castro; CALAINHO, Daniela. História.doc [livro eletrônico]: 7º ano. 3. ed. São Paulo: Saraiva Educação S.A., 2022. HTML. Suplementado pelo manual do professor. ISBN 978-65-5766-361-5.
SIQUEIRA, Sonia A. A inquisição portuguesa e a sociedade colonial. São Paulo: Ática, 1978 (Ensaios: 56).
SOUZA, Grayce Mayre Bonfim. Para Remédio das Almas: comissários, qualificadores e notários da inquisição portuguesa na Bahia colonial. Vitória da Conquista: Edições Uesb, 2014.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.