ANÁLISE DE TAXA DE PEGAMENTO DE PLÂNTULAS TRANSPLANTADAS DE Passiflora spp.
Palavras-chave:
passifloraResumo
A família Passifloraceae ocorre em regiões tropicais e subtropicais, e tem como grande centro de distribuição a América do Sul, especialmente o Brasil. A propagação das espécies de Passiflora é feita por sementes. Entretanto, a produção de mudas por esse método é dificultada, sobretudo em passifloras silvestres, pelos mecanismos de dormência, como a impermeabilidade do tegumento e a dormência fisiológica, além de baixos índices de germinação e uniformidade.
A seu modo, a ação antrópica sobre áreas de transição entre Caatinga e Cerrado diminui as áreas de regeneração natural de passiflora silvestres. Levantamentos realizados recentemente na Serra do Caititu (Tremedal/BA), que apresenta gado extensivo e extração de minérios, afeta a propagação de espécies silvestres lá ocorrentes, podendo a adoção de transposição de plântulas proporcionar a sobrevivência de espécimens para futuro repovoamento do local.
Plântulas de espécimens de Passiflora spp foram removidas do substrato em que se encontravam, acondicionadas em frascos plásticos contendo água e posteriormente transplantadas para sacolas plásticas contendo mistura de solo : areia : esterco, na proporção de 1:1:1. e acompanhadas, quanto a taxa de pegamento de plântulas, no interior de viveiro de plantas, no campus Vitória da Conquista da UESB por até cinco meses.
O pegamento do transplantio de plântulas foi verificado pelo caule encontrar-se ereto, verde e com emissão de ao menos uma folha. Observou-se que há diferença de capacidade estatisticamente significativa [Teste Exato de Fischer de 0,008 p value < 0,001), Odds Ratio de 5,45 a 28,57)] de pegamento de mudas após o transplantio entre as espécies estudadas (P. edmundoi (Sacco, 1961), Passiflora subgênero Decaloba sp. e P. recurva (Mast.).
PALAVRAS-CHAVE: Passifloras, pegamento de mudas, tabela de contingência
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Referências
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