O ESTÁGIO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL COMO CAMPO DE PESQUISA: IMPACTOS NA PRÁXIS E FORMAÇÃO DE EGRESSOS DE PEDAGOGIA
Palabras clave:
Estágio Curricular, Educação infantil, Professor-pesquisador, Formação de egressos, Práxis pedagógicaResumen
No campo educacional, à formação de professores/as nos cursos de licenciaturas, o Estágio Curricular Supervisionado destaca-se como o primeiro movimento de imersão na realidade concreta dos contextos educativos, revelando-se como um espaço-tempo instaurador da práxis, como um legítimo campo de pesquisa e produção de saberes. Nesse horizonte dialético, para além do cumprimento burocrático de horas, o estágio configura-se como o território onde a teoria acadêmica e o cotidiano escolar dialogam criticamente, dando os primeiros passos para as bases da identidade e autonomia docente (PIMENTA, 2012).
O processo formativo dos profissionais da educação, nesse caso, a etapa do estágio curricular supervisionado, está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), Lei Nº 9.394/1996 (BRASIL, 1996), Art. 61, Inciso II “a associação entre teorias e práticas, mediante estágios supervisionados e capacitação em serviço”; Art. 65 estabelece que a formação docente deve incluir a prática de ensino (estágio) e a carga horária destinada para essa finalidade, trezentas horas. Ainda, no Art. 82 deixa a critério dos sistemas de ensino o estabelecimento das normas de realização de estágio em sua jurisdição, observada a lei federal sobre a matéria. Atualmente a carga horária dos estágios são quatrocentas horas.
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Citas
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PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: teoria e prática? São Paulo: Cortez, 2012.
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