MEDIAÇÕES, DURAÇÕES E MATÉRIAS EM REPÚBLICA DOS ASSASSINOS
Palabras clave:
República dos assassinos, Brasil, Cinema, Mediações sociotécnicas, MatériaResumen
No recurso seletivo à perspectiva teórico-analítica sobre as mediações sociotécnicas, a partir do exame do arquivo fílmico da cinematografia ocupada com o gênero policial, em meados da década de 1970, o propósito desta comunicação é refletir como se efetivou uma das matrizes do atual audiovisual brasileiro, num período de intensificação de deslocamentos nas tramas do audiovisual entretido à dinâmica do capitalismo no país. À luz da tentativa de concatenar duração e ruptura na ocorrência dos eventos, a eleição do filme República dos assassinos (Miguel Faria Jr., 1979) como foco da abordagem procura responder ao postulado de nele estarem catalisados mediações que materializam a sua inscrição em um espaço-tempo específico, à na qual se prefiguram padrões adquiridos no devir da cultura audiovisual no Brasil. O exame da materialidade fílmica obedece à finalidade de discutir como, na mise in scene do filme, concretizam-se soluções expressivas que antecipam o repertório de convenções e imagens próprias à montagem do imaginário sobre a violência urbana.
Descargas
Citas
ALMEIDA, Marco A. O cinema policial no Brasil: entre o entretenimento e a crítica social. Cadernos de Ciências Humanas – Especiaria, v. 10, n.17, jan./jun., 2007, p. 137-173.
AMANCIO, Tonico. Sob a sombra do Estado: Embrafilme, política e desejo de indústria. In: Fernando Pessoa Ramos & Sheila Schvarzman (orgs.): Nova história do cinema brasileiro, vol. 2. São Paulo: Edições SESC, 2018.
CALLON, Mcihel. The role of hybrid communities and socio-technical arrangements in the participatory design. Journal of The Center for Infomration Studies (5), p. 03-10, 2004.3.
FARIAS Jr., Miguel. República dos assassinos. Brasil: 1979.
CARDOSO, João B. F.; SANTOS, Roberto E. O filme policial no cinema brasileiro. ALCEU (Rio de Janeiro, online), V. 23, Nº 51, p.123-140, set./dez. 2023. Acessado em 15/07/2026
https://doi.org/10.46391/ALCEU.v23.ed51.2023.196
INGOLD, Tim. Estar vivo: ensaios sobre movimento, conhecimento e descrição. Editora Vozes Limitada, 2015.
INGOLD, Tim. Trazendo as coisas de volta à vida. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 18, n. 37, p. 25-44, jan./jun. 2012.
LATOUR, Bruno. Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator-rede. Salvador: EUFBA, 2012.
SILVA, Agnaldo. República dos assassinos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Colóquio Nacional e Colóquio Internacional do Museu Pedagógico da UESB

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Você é livre para:
Compartilhar - copia e redistribui o material em qualquer meio ou formato; Adapte - remixe, transforme e construa a partir do material para qualquer propósito, mesmo comercialmente. Esta licença é aceitável para Obras Culturais Livres. O licenciante não pode revogar essas liberdades, desde que você siga os termos da licença.
Sob os seguintes termos:
Atribuição - você deve dar o crédito apropriado, fornecer um link para a licença e indicar se alguma alteração foi feita. Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de uma forma que sugira que você ou seu uso seja aprovado pelo licenciante.
Não há restrições adicionais - Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros para fazer qualquer uso permitido pela licença.