O CLUBE DE CIÊNCIAS COMO ESTRATÉGIA PARA A PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO MÉDIO TÉCNICO: O CASO DO EUREKA! – CLUBE DE CIÊNCIAS DO INSTITUTO FEDERAL DO NORTE DE MINAS GERAIS – CAMPUS ALMENARA

Autores

Palavras-chave:

Clube de ciências, Educação científica, Alfabetização científica, Ensino médio técnico, Educação não formal.

Resumo

A formação científica dos estudantes constitui um dos principais desafios da educação contemporânea, especialmente diante da crescente circulação de informações científicas e pseudocientíficas em meios digitais e da necessidade de desenvolver competências relacionadas à análise crítica de informações, à argumentação e à tomada de decisões fundamentadas. Nesse contexto, os Clubes de Ciências têm se consolidado como importantes espaços educativos capazes de complementar o ensino formal, favorecendo experiências investigativas, experimentais e colaborativas que aproximam os estudantes da prática científica. Segundo Schmitz e Tomio (2019), os Clubes de Ciências configuram-se como ambientes de aprendizagem que possibilitam a construção do conhecimento por meio da investigação, da curiosidade científica e da participação ativa dos estudantes. Da mesma forma, Sousa et al. (2021) destacam que tais espaços contribuem para a alfabetização científica ao promover o desenvolvimento de habilidades investigativas, do pensamento crítico e do interesse pela ciência. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo analisar as potencialidades educativas observadas durante a implementação do Eureka! – Clube de Ciências do IFNMG Campus Almenara, discutindo suas contribuições para a promoção da educação científica em estudantes do Ensino Médio Técnico.

 

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Biografia do Autor

Lourdes Machado Pereira Ferreira, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais/Almenara/Minas Gerais/Brasil

Possui graduação em ABI - Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2021). Atualmente é professor substituto de biologia do INSTITUTO FEDERAL DE EDUCACAO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO NORTE DE MINAS GERAIS. Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Melhoramento de Plantas Forrageiras e Produção de Sementes, atuando principalmente nos seguintes temas: germinação de sementes, genotóxico, elementos-traço, mineração e mutagênese.

Gabriel Barbosa de Sousa, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais/ Almenara/ Minas Gerais/ Brasil

Estudante do Ensino Médio do Instituto Federal do Norte de Minas

 

Ana Clara Ribeiro Dantas, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais/ Almenara/ Minas Gerais/ Brasil

Estudante do Ensino Médio do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais

Referências

BUENO, Wilson da Costa. Comunicação científica e divulgação científica: aproximações e rupturas conceituais. Informação & Informação, v. 15, n. esp., p. 1-12, 2010.

GOHN, Maria da Glória. Educação não formal e o educador social: atuação no desenvolvimento de projetos sociais. São Paulo: Cortez, 2010.

LIPPERT, Jéssica; ALBUQUERQUE, Greice; LIMA, Valderez Marina do Rosário. Clube de ciências: espaço de múltiplas relações. Revista Insignare Scientia, v. 2, n. 4, p. 57-70, 2019.

SCHMITZ, Vanderlei; TOMIO, Daniela. O clube de ciências como prática educativa na escola: uma revisão sistemática acerca de sua identidade educadora. Investigações em Ensino de Ciências, v. 24, n. 3, p. 305-324, 2019.

SOUSA, Nilciane Pinto Ribeiro de et al. Clube de ciências: um olhar a partir das teses e dissertações brasileiras. Revista REAMEC, v. 9, n. 3, e21079, 2021.

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Publicado

2026-11-04