AS MATRIZES CURRICULARES DAS LICENCIATURAS DA UESB FRENTE A AVANÇOS ULTRACONSERVADORES NAS QUESTÕES DE GÊNERO E SEXUALIDADE

Autores

Palavras-chave:

UESB, Matrizes curriculares, Formação docente, Avanços ultraconservadores, Ensino de gênero

Resumo

Este resumo expandido é fruto de uma pesquisa em andamento que busca compreender como as matrizes curriculares dos cursos de licenciatura da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) se posicionam frente a avanços ultraconservadores nas questões de gênero e sexualidade. Para isso, temos como objetivos específicos: (i) apresentar o panorama dos avanços ultraconservadores no Brasil; (ii) discutir a importância de uma formação docente inclusiva em relação a avanços ultraconservadores das questões de gênero e sexualidade; e (iii) identificar a presença ou ausência de disciplinas obrigatórias sobre gênero e/ou sexualidade nas licenciaturas da UESB. Assim, trata-se de um estudo de caso institucional alicerçado na perspectiva pós-estruturalista de Louro (1997) para sustentar a análise documental e no conhecimento de Almeida (2016) sobre a metodologia que, neste estudo, usa a pesquisa bibliográfica e documental como principais procedimentos metodológicos para atingir os objetivos propostos. 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Oliver Taylor Braga Alves, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/ Bahia/ Brasil

Graduando no curso de Licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), integrante do Grupo de Pesquisa Oju Obinrin Feminismos, Etnicidades e Conhecimentos (CNPq-UESB), bolsista de Iniciação Científica sobre Feminismo negro contemporâneo nas pesquisas académicas do nordeste brasileiro sob orientação da Prof Dr Núbia Regina Moreira e volutário do Programa de Educação Tutorial Institucional do curso de Ciências Sociais da UESB.

Rebeca Freire Oliveira, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/ Bahia/ Brasil

Graduanda no curso de Licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e atualmente bolsista do Programa de Extensão Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente (NDCA/UESB). Durante a graduação, fui integrante de um projeto de extensão universitária anterior ao NDCA, desenvolvendo ações em uma escola de ensino médio, onde participei da realização de eventos, oficinas e palestras voltadas à comunidade escolar. Essa experiência possibilitou maior aproximação com a realidade da educação básica e contribuiu significativamente para minha formação acadêmica e profissional.

Emili Almeida da Conceição, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/ Bahia/ Brasil

Professora do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Doutoranda em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (UnB) e Mestra em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2019). Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA, 2016). Integra o Grupo de Estudos GeAfro, vinculado ao Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neab/UFRGS) e o Grupo de Estudos e Pesquisas em Etnicidades, Relações Raciais e Educação (GEPERRE/UESB). Suas áreas de interesse e investigação concentram-se na Antropologia da Aprendizagem, Religião, Meio Ambiente e Paisagem. No mestrado, dedicou-se à etnografia dos processos de aprendizagem religiosa em comunidades de terreiro. Atualmente, desenvolve tese de doutorado focada nas intersecções entre sociedade e meio ambiente, com recorte empírico situado entre o Sertão e o Recôncavo baiano.

Referências

ALMEIDA, Ronaldo de. Estudo de Caso: foco temático e diversidade metodológica. In: MÉTODOS de pesquisa em Ciências Sociais: Bloco Qualitativo. São Paulo: Sesc São Paulo/CEBRAP, 2016, p. 60-72.

BIROLI, Flávia. A reação contra o gênero e a democracia. Nueva Sociedad, Buenos Aires, n. esp., p. 77-87, dez. 2019.

GALINKIN, Ana Lúcia; BERTONI, Luci Mara. Gênero e educação: um caminho para a igualdade. In: BERTONI, Luci Mara; GALINKIN, Ana Lúcia. (Org.). Dossiê: Gênero e educação. Em aberto, n. 92, v. 27, jul/dez, 2014.

LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 1997.

MYRRHA, Paula; SALES, Shirlei. Professora Colorida no Currículo Arco-Íris: Resistência à Ofensiva Antigênero. Revista e-Curriculum, São Paulo, v. 21, e54859, 2023.

Downloads

Publicado

2026-11-04